sexta-feira, 5 de setembro de 2014
JOGOS
Quebra cabeça de feltro
(2 peças)
Ideal para as crianças iniciarem a fazer quebra cabeça. Estimula o raciocínio lógico, atenção, discriminação visual e noção de simetria.
Psicopedagoga, Mestre em Ciências da Educação e Professora.
Interessada nas diversas formas de aprendizagem.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
JOGOS
Jogo da memória de feltro feito à mão
(12 peças)
Além de ser visualmente muito bacana, este jogo estimula a identificação de figuras, conceito de igual e diferente, orientação espacial, memorização e pensamento lógico.
Psicopedagoga, Mestre em Ciências da Educação e Professora.
Interessada nas diversas formas de aprendizagem.
quinta-feira, 13 de março de 2014
Psicopedagoga, Mestre em Ciências da Educação e Professora.
Interessada nas diversas formas de aprendizagem.
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Psicopedagoga, Mestre em Ciências da Educação e Professora.
Interessada nas diversas formas de aprendizagem.
sexta-feira, 26 de julho de 2013
El Viaje de Maria
Filme lindo, cheio de referências artísticas e falando de forma muito bonita sobre o Autismo!!!
Psicopedagoga, Mestre em Ciências da Educação e Professora.
Interessada nas diversas formas de aprendizagem.
terça-feira, 16 de julho de 2013
Como Agir para proteger crianças e adolescentes da violência sexual
Crianças e adolescentes são cidadãos de direitos e em condição especial
de desenvolvimento, precisando do apoio, orientação e proteção de nós
adultos.
A responsabilidade de proteger meninos e meninas contra crimes como o abuso e a exploração sexuais não é apenas do Estado ou da família, mas de todos nós! Este dever está previsto na Constituição Brasileira!
O abuso é qualquer ato de natureza ou conotação sexual em que adultos submetem menores de idade a situações de estimulação ou satisfação sexual, imposto pela força física, pela ameaça ou pela sedução. O agressor costuma ser um membro da família ou conhecido. Já a exploração pressupõe uma relação de mercantilização, onde o sexo é fruto de uma troca, seja ela financeira, de favores ou presentes. A exploração sexual pode se relacionar a redes criminosas mais complexas e podendo envolver um aliciador, que lucra intermediando a relação da criança ou do adolescente com o cliente.
Não se omita, nem se cale frente a uma suspeita ou caso comprovado de violência sexual infantojuvenil!
O vínculo educador-aluno pode ser um caminho para crianças e adolescentes que vivenciam situações de violência sexual sairem de tais situações.
O professor/educador deve estar atento e preparado para observar sinais de violência e para ouvir os relatos dos alunos. Tanto na abordagem, como na escuta, o profissional deve se sentir capacitado e buscar ajuda de outros profissionais para melhor encaminhar esses casos.
Em caso de suspeita é importante ter um olhar cuidadoso e atento para identificar no comportamento de crianças e adolescentes sinais de violência doméstica e sexual. É importante perceber:
Quando for abordar ou escutar o aluno, o professor/educador deve:
A responsabilidade de proteger meninos e meninas contra crimes como o abuso e a exploração sexuais não é apenas do Estado ou da família, mas de todos nós! Este dever está previsto na Constituição Brasileira!
O abuso é qualquer ato de natureza ou conotação sexual em que adultos submetem menores de idade a situações de estimulação ou satisfação sexual, imposto pela força física, pela ameaça ou pela sedução. O agressor costuma ser um membro da família ou conhecido. Já a exploração pressupõe uma relação de mercantilização, onde o sexo é fruto de uma troca, seja ela financeira, de favores ou presentes. A exploração sexual pode se relacionar a redes criminosas mais complexas e podendo envolver um aliciador, que lucra intermediando a relação da criança ou do adolescente com o cliente.
Não se omita, nem se cale frente a uma suspeita ou caso comprovado de violência sexual infantojuvenil!
O vínculo educador-aluno pode ser um caminho para crianças e adolescentes que vivenciam situações de violência sexual sairem de tais situações.
O professor/educador deve estar atento e preparado para observar sinais de violência e para ouvir os relatos dos alunos. Tanto na abordagem, como na escuta, o profissional deve se sentir capacitado e buscar ajuda de outros profissionais para melhor encaminhar esses casos.
Em caso de suspeita é importante ter um olhar cuidadoso e atento para identificar no comportamento de crianças e adolescentes sinais de violência doméstica e sexual. É importante perceber:
- Se houve mudanças bruscas, aparentemente inexplicáveis, de comportamento da criança/adolescente
- Mudanças súbitas de humor, comportamentos regressivos e/ou agressivos, sonolência excessiva, perda ou excesso de apetite
- Baixa auto-estima, insegurança, comportamentos sexuais inadequados para a idade, busca de isolamento
- Lesões, hematomas e outros machucados sem uma explicação clara para terem ocorrido
- Gravidez precoce
- Doenças sexualmente transmissíveis
- Fugas de casa e evasão escolar
- Fugas de casa e evasão escolar
- Medo de adultos estranhos, de escuro, de ficar sozinho e de ser deixado próximo ao potencial agressor.
Quando for abordar ou escutar o aluno, o professor/educador deve:
- Demonstrar disponibilidade para conversar e buscar um ambiente apropriado para tanto
- Ouvir atentamente, sem interrupções, e não pressionar para obter informações;
- Levar a sério tudo o que ouvir, sem julgar, criticar ou duvidar do que a criança diz
- Manter-se calmo e tranquilo, sem reações extremadas ou passionais
- Fazer o mínimo de perguntas necessário, utilizando linguagem acessível à criança/adolescente
- Anotar tudo que lhe foi dito, assim que possível, pois isso poderá ser utilizado em procedimentos legais posteriores
- Expressar apoio, solidariedade e respeito, e reforçar que a criança/adolescente não tem culpa do que aconteceu
- Explicar à criança/adolescente que será necessário conversar com outras pessoas para protegê-lo(a)
- Evitar que muitas pessoas saibam dos acontecimentos, para minimizar comentários desagradáveis e inapropriados, e a estigmatização da criança/adolescente
- Se for entrar em contato com a família, é preciso ouvir anteriormente quais são as pessoas que a criança/adolescente aprova como interlocutores
- Mostrar-se disponível para novas conversas, sempre que a criança/adolescente precisar
http://www.childhood.org.br/como-agir#1
Psicopedagoga, Mestre em Ciências da Educação e Professora.
Interessada nas diversas formas de aprendizagem.
domingo, 5 de maio de 2013
“Como pode o meu filho ter autismo, se parece ser tão inteligente?”
Você deve estar pensando sobre tudo o que o
seu filho autista já aprendeu, muito antes das outras crianças muito mais
novas. Você tem razão: as crianças autistas aprendem determinadas coisas muito
mais rapidamente do que os seus pares, ou irmãos. Por exemplo, elas encontram,
facilmente, o DVD favorito, mesmo se fora da caixa. Elas aprendem a operar o
controle remoto (ou a pular as partes de um conteúdo que não agrada), ainda
muito novas. Elas podem ser extremamente criativas com os modos de subir no
armário para alcançar a comida predileta, ou de usar a chave para abrir o
cadeado da porta dos fundos e sair para o quintal, para brincar. Com certeza,
você não espera que uma criança de dois anos de idade aprenda esses
comportamentos. Entretanto, uma criança autista, de algum modo, parece aprender
essas coisas, sozinha. Como entender a inconsistência entre as coisas que uma
criança autista é capaz de fazer, e aquelas que não consegue aprender? Como
pode uma criança que não consegue aprender a mecânica dos jogos de encaixe
aprender a ligar e a desligar a TV, um tocador de DVD, colocar um DVD no
tocador e ligar o aparelho. Como pode uma criança que não entende instruções
simples tais como “ pegue o seu casaco” descobrir como abrir a porta trancada a
chave e sair para brincar? Na verdade, quem é o responsável por este modo de
aprendizado único? Um só: a motivação. Nós prestamos mais atenção ao que nos
interessa e, portanto, aprendemos melhor. Entender o que motiva o seu filho
(cada criança é uma criança) é a chave para melhorar o aprendizado e as suas
habilidades. Os talentos especiais do seu filho podem ser parte da natureza e
do estilo do seu estilo de aprendizagem, que é único.
Extraído do Does My Child Have Autism?
Por Wendy Stone
Psicopedagoga, Mestre em Ciências da Educação e Professora.
Interessada nas diversas formas de aprendizagem.
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