quarta-feira, 25 de julho de 2012

Acompanhamento Terapêutico

O acompanhante terapêutico é um profissional que pode apresentar diversidade na formação acadêmica, como Psicologia, Terapia Ocupacional, Psicopedagogia, Enfermagem, com o interesse e especialização na área da saúde mental. Quanto mais experiência nessa área, quanto mais estudos e tecnicas apresentar, maiores são as condiçoes de trabalhar com a amplitude de fatores que envolvem os transtornos mentais. Os lugares por onde transita (a casa, a rua, a escola, a família e a intituição de tratamento) colocam-no em contato com o sofrimento e com o cotidiano da indivíduo. Com a figura do acompanhante terapêutico, o tratamento passou a "valorizar a relação humana como o principal fator e recurso no desenvolvimento do sujeito".

CASTRO, A.R.; POSSANI, T. (2009) Acompanhamento Terapêutico (AT).

quinta-feira, 19 de julho de 2012

COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA - LIVOX

Foi lançado o primeiro programa para sistema android, totalmente em português!
Fiquei feliz com a notícia! Sem dúvida um grande avanço que merece reconhecimento.
Logo em seguida, pensando nas crianças autistas, fiquei preocupada com a repercussão desse instrumento. Ele é valioso, mas essa tecnologia não será a única responsável por uma comunicação funcional entre essas crianças e a sociedade. Acho muito válido conhecermos essa ferramenta e avaliarmos quando e como poderemos utilizá-la. Sempre lembrando que a comunicação no autismo está relacionada com a intenção de se comunicar, independente da forma com que ela é feita.

Confiram:
http://www.agoraeuconsigo.org/index.php

quinta-feira, 21 de junho de 2012

É possível potencializar a capacidade produtiva do grupo e ainda se sentir satisfeito?


A possibilidade de uma pessoa se desenvolver em grupo, no grupo e com o grupo é infinitamente maior que individualmente. Uma equipe de trabalho precisa ter uma tarefa clara, isto é, um objetivo ou missão  conhecidos por todos,  para que possa atingi-los, lançando mão da autonomia e  utilizando  potencialidades máximas disponíveis  no grupo, naquele momento.
Trabalhar em  equipe torna-se  então desafiante , pois exige habilidades de lidar com conflitos,  transformar situações de competição em ações cooperativas, ruídos  no processo de  comunicação em clareza de entendimentos  e, principalmente assumir responsabilidades  em atingir  metas e resultados.

          E você  como trabalha em equipe?

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Indicação de livro

         Este livro traz muitas informações importantes para pais que acabaram de receber o diagnóstico. Em uma linguagem bastante simples e acessível é possível compreender quais as estratégias e ferramentas que estão ao alcance de todos! Indico também para todos os profissionais que trabalham com crianças pequenas e atendem as suas famílias.


quarta-feira, 2 de maio de 2012

Indicação de livro

    Com este material é possível responder ao "não posso", com "Sim, você pode. Estou aqui para ajudar. Eu tenho muitas idéias. Vamos tentar até encontrar uma que funcione. "

Ellen Notbohm e Veronica Zysk são vencedores do Prêmio Professores Aprender Magazine, a primeira edição de 1001 Grandes Idéias tem sido um recurso valioso na comunidade autismo desde 2004. Agora, nesta edição ampliada, Ellen Notbohm e Zysk Veronica presenteiam pais e educadores com várias ideias, conselhos e estratégias para se trabalhar com autismo. Muito bom! 

segunda-feira, 26 de março de 2012

A proposta da psicopedagogia


Sinto que muitas vezes existe uma dificuldade em compreender a real função da psicopedagogia. 
Quantas vezes me perguntam "mas como é mesmo o trabalho? o que vocês fazem? mas qual é o objetivo?"
Isso sem contar os profissinais que acham que estamos no mercado de trabalho para realizar atividades de colorir e pontilhados...
Não, não é por isso que estudamos, não é por isso que nos dedicamos a cada nova pessoa que nos procura.
A psicopedagogia também não é a junção da psicologia e da pedagogia; é uma nova área de conhecimento que está interessada em estudar e compreender quais as formas de aprendizagem de cada pessoa. A partir da compreensão de como cada um aprende, aí sim, estabelecemos estratégias para agir no sentido de auxiliar no processo de aprendizagem. A idéia é potencializar as aprendizagens.
Para entender os processos de aprendizagem, precisamos de tempo. Por isso, estabelecemos vários encontros com o paciente. Não é possível saber como alguém aprende em uma sessão de 50 minutos. 
Deixo aqui essas palavras para aos poucos divulgar o trabalho sério e rico de diversos colegas de profissão!

terça-feira, 13 de março de 2012

VAMOS DIVULGAR!!!