quarta-feira, 6 de maio de 2020

Material Gratuito - Palavras


Cartas que podem ser recortadas e usadas de diversas maneiras. Podem recortar em três partes (figura _ palavra _ palavra).
Sempre lembrar de usar o material alternando posições, para que a criança não decore posições.



https://drive.google.com/file/d/1pfQ6lv3WEoXlyywtIvb6iNSq4fqI4Odq/view?usp=drivesdk



quarta-feira, 22 de abril de 2020

Faça igual!


Em época de quarentena o material do trabalho vem pra casa! E as duas se divertem! ❤

https://drive.google.com/file/d/1aS7RCFSTOe_nYKeFlGyNLmgSbF8fL24q/view?usp=drivesdk


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Por que regulamentar a Psicopedagogia como profissão?

  • A formação do Psicopedagogo, no Brasil, vem ocorrendo em caráter regular e oficial, desde a década de setenta em instituições universitárias. Esta formação foi regulamentada pelo MEC em cursos de pós-graduação e especialização, com carga mínima de 360 horas, sendo que a maioria dos cursos são oferecidos com 720 horas ou mais. Atualmente existem cursos oficiais nos estados: Amazonas, Pará, Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo, Distrito Federal, Sergipe, Pernambuco, Rio Grande do Norte.
  • A clientela desses cursos é constituída por profissionais que buscam especializar-se no estudo do processo de ensino-aprendizagem, objetivando atuar nos seguintes campos: clínico , institucional (seja escola, hospital ou empresa) e pesquisa.
  • Os problemas de aprendizagem foram inicialmente pesquisados na área médica e tratados por educadores especializados. A Psicopedagogia formaliza atualmente a área que lida com a compreensão e o tratamento dos problemas de aprendizagem ampliando o foco através da contribuição de outras áreas do conhecimento como a Didática, Lingüística, Psicanálise, Psicologia, Filosofia, Sociologia, entre outras.
  • Nenhuma das graduações existentes atualmente contempla a especificidade da formação deste profissional e nenhuma das graduações alcança a totalidade da dimensão do processo de aprendizagem.
  • Em vista disto, a comunidade científica criou cursos de pós-graduação e especialização em Psicopedagogia para atender à demanda do mercado.
  • Portanto, o que se pretende neste momento, é oficializar o que já existe de fato, através da regulamentação da profissão: isto permitiria a normatização da formação e exercício profissional, além de estender este atendimento à população de baixa renda, através de convênios de assistência médica e sistemas públicos de saúde e educação.
  • http://www.abpp.com.br/por-que-regulamentar-psicopedagogia-como-profiss%C3%A3o

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Hora de retornar aos atendimentos!
Hora de retornar aos projetos. Aos estudos e pesquisas!
É neste clima que recomeço minhas atividades de 2016.
Depois de um 2015 cheio de mudanças e novos desafios, entro neste novo ano com vontade de crescer mais. Vontade de saber e estudar mais!
A cada dia tenho mais orgulho e prazer com minha profissão e mais consciência que é preciso estudar sempre. Espero conseguir atualizar este blog com maior frequência; sempre colocando novidades das minhas atividades e estudos!
Que 2016 seja uma ano de muito desenvolvimento para todos nós!!

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Dia do Psicopedagogo

Ontem foi o dia do Psicopedagogo. Recebi algumas mensagens de parabéns e li alguns textos de outros sites e blogs comemorando a data!!
Despertou por aqui uma vontade de escrever, uma vontade de falar e não apenas compartilhar um texto...
Sou psicopedagoga com muito orgulho!
Mas não vou mentir não, rola sempre um medinho de estar invadindo a área de trabalho de outro profissional. Nosso trabalho é totalmente transdisciplinar e multidisciplinar. E para complicar ainda mais as coisas, nossa profissão ainda não é regulamentada. Ou seja, atuamos legalmente, existem cursos de pós graduação reconhecidos pelo MEC, existe uma associação de psicopedagogos forte e organizada, mas ainda não temos regulamentação. Com isso, outros profissionais tentam diminuir nossa atuação.
Eu, insegura muitas vezes, entro nessa onda e me questiono muito se estou dentro dos meus limites de atuação como psicopedagoga formada, professora licenciada e mestre em educação. Será que tenho mesmo que preocupar tanto com isso?
Sim. Acho sim que este é o valor do meu trabalho.
Sou psicopedagoga com muito orgulho! Acredito no processo de aprendizagem de cada criança e adolescente que chega ao meu consultório. Pesquiso cada forma de aprender e tento descobrir com aquela pessoa que está ali na minha frente, outros caminhos para uma aprendizagem mais eficaz, mais funcional. Oriento as escolas nessa perspectiva. Existem vários processos de aprendizagem e preciso estar atenta a isso. E nesses processos precisamos sim entender que várias áreas de trabalho podem atuar e auxiliar. Não precisamos competir, precisamos trabalhar em parceria.
Temos sim que continuar lutando pela regulamentação da profissão, mas sem que isso signifique competir com outras áreas. Continuo defendendo a psicopedagogia para poder cada vez mais fazer parte de equipes multidisciplinares em que profissionais, de diferentes áreas, se respeitem e caminhem juntos pelo bem do desenvolvimentos da criança e jovem atendido.