O médico britânico Andrew Wakefield, que publicou estudos relacionando vacinas com autismo e acabou caindo em desgraça, cometeu uma "fraude elaborada" ao falsificar dados, afirmou a "British Medical Journal".
Segundo a reportagem, Wakefield incluiu informações de apenas 12 crianças em sua pesquisa, mas estudou pelo menos 13, e diversas mostraram sintomas de autismo antes de terem sido vacinadas.
O temor de que a vacinação pudesse causar autismo fez com que pais deixassem de levar seus filhos para receber as doses e também resultou em custosas reformulações de várias vacinas.
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